| | Herpes
Labial 
| O
vírus do herpes labial está na natureza. Por isso, 95% da população
já está infectada, mas apenas 10% desenvolvem lesões. O beijo
contamina, mas não merece essa culpa. A
grande maioria das pessoas já tem o vírus em estado latente, isto
é, sem sintomas, presente em células dos lábios. O herpes
tem um comportamento diferente dos demais vírus. Normalmente, quando um
desses microorganismos indesejados invade no organismo, o sistema imunológico
imediatamente entra em ação para acabar com ele. O herpes, duro
na queda, nunca é destruído. Ele fica latente, dentro do corpo. |
|
O sinal verde para
o herpes é acionado assim que ocorre uma queda na resistência imunológica.
O herpes se desenvolve em pessoas que têm predisposição ao
problema, e as lesões aparecem nos períodos de baixa imunidade,
estresse físico ou emocional, sono atrasado, má alimentação,
por causa do excesso de sol ou, no caso das mulheres, da menstruação.
Álcool e cigarro em demasia também podem disparar uma crise. Às
vezes, se manifesta. Outras, não. Tudo depende do sistema de defesa de
cada pessoa. Não ter a doença não significa estar livre do
vírus. Uma
coçadinha dá o alarme! Depois o local esquenta e as bolhas se formam.
Nesse estágio, já há risco de contágio: evite tocar
diretamente a lesão, lavando as mãos sempre que houver contato.
Numa etapa mais avançada, as bolhas estouram e, provocam muita dor. O principal
incomodo, principalmente das mulheres, é com a aparência. O
herpes não tem cura, mas os sintomas podem ser controlados. As lesões
têm duração limitada e costumam secar espontaneamente. Caso
ocorra o contágio, o vírus persiste no organismo, sendo capaz de
apresentar reativações periódicas. Aos
primeiros sintomas faça uma consulta para a correta condução
do tratamento. |